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Brasil quer ser membro da FNBA (Cinco Nações Produtoras de Carne)

Assocon e Acrimat participam da Conferência da instituição, realizada nas cidades de Durango e Mazatlán, na região centro-norte e leste do México.


O mundo deve produzir cerca de 60 milhões de toneladas de carne bovina em 2015. Desse total, 1/3 é representado pelos cinco países (Estados Unidos, Austrália, México, Canadá e Nova Zelândia) que fazem parte da FNBA (Five Nations Beef Alliance).

O Brasil, que sozinho representa mais de 16% da produção mundial, também quer participar da instituição e, assim, contribuir nas decisões de políticas globais ligadas à produção e à exportação de carne bovina.

Este é o motivo que levam a Associação Nacional dos Confinadores (Assocon) e a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) à Conferência Anual das Cinco Nações Produtoras de Carne, que está sendo realizada nesta semana no México.

Representam a Acrimat o Diretor Secretário Francisco de Sales Manzi e o Superintendente Olmir Cividini. Pela Assocon, está o Diretor Institucional Márcio Caparroz.

Durante um ano, a Acrimat manteve-se próxima da FNBA como membro observador. Nesse tempo, estendeu o convite para a Assocon também representar ao Brasil nesta aliança internacional. Agora, no México os cinco países membros decidem se aceitam o Brasil como membro permanente. Se o país integrar a aliança, a FNBA passa a representar mais 50% da produção e 75% das exportações mundiais de carne bovina.

Durante os dois primeiros dias da Conferência foram realizados dois encontros formais; um entre os executivos de cada país e a abertura oficial do evento, que reuniu os delegados de todas as comitivas. Para o representante da Assocon, Márcio Caparroz, “a participação na FNBA é importante para o Brasil, pois sentamos à mesa com as associações dos países mais representativos no comércio internacional. Além disso, percebemos que as nossas diferenças são menores do que as conquistas fazendo parte da aliança”.

 No comércio internacional, o trabalho da FNBA objetiva influenciar as negociações entre países, como foi a Tratado do Pacífico (TTP), e eliminar barreiras comerciais meramente políticas e que não tenham cunho científico. “Isso é muito importante para os pecuaristas brasileiros. O Brasil precisa ampliar os mercados e fazer parte desta aliança internacional representa um grande passo neste sentido”, diz Francisco Manzi, da Acrimat.

Além do comércio, a FNBA tem como princípios a sustentabilidade da pecuária, o bem estar animal, a comunicação como elo importante da cadeia e um programa voltado ao desenvolvimento de jovens líderes do setor. “Estamos confiantes de que Brasil seja aceito como membro permanente, o que nos permitirá desenvolver ações conjuntas entre os países, focadas em problemas que são comuns a todos”, destaca Olmir Cividini.


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